segunda-feira, 20 de abril de 2009

SSBR - 7º Ano - HISTÓRIA - MACE

Capítulo 03 – As Monarquias Européias – SSBR
O poder descentralizado
  • Hoje: muitos países (França – Inglaterra – Portugal – Espanha – Itália – Alemanha) tem sua capital onde funciona a sede do governo.
  • Idade Média: não existiam Estados com poder centralizado, ou seja, os reis, príncipes e imperadores eram na realidade figuras simbólicas e tinham pouco poder de mando. O poder de fato estava nas mãos do senhores feudais.
  • Hierarquia: duque – marquês – conde – visconde – barão.
  • Senhores feudais: faziam as guerras e tinham poder de negociar a paz. Durante o apogeu do feudalismo eram eles que detinham o poder político, militar e econômico e se ligavam entre si na condição de suseranos e vassalos.

A formação das monarquias
  • Século XI: formação das monarquias com poder centralizado e paralelamente ocorre o desenvolvimento do renascimento comercial, o crescimento urbano e o surgimento da burguesia.
  • A diferença entre os novos Estados e às monarquias feudais era a concentração nas mãos dos reis.
  • Estados Modernos ou Monarquias centralizadas.

Burgueses e populações urbanas contra senhores feudais
  • Senhores feudais: manter a descentralização política visando preservar os poderes locais.
  • Reis: reforçar seu próprio poder, fortalecer seu exército e aumentar seu controle sobre os nobres feudais.
  • Burguesia: um só governo representava menos impostos, uma moeda comum padronizada e leis iguais num amplo território.
  • Populações: recebiam a proteção do poder real contra a exploração e os abusos dos senhores feudais.

As características das monarquias
  • Monarquia (poder exercido por um rei = monarca) que governa com o apoio de funcionários civis e militares.
Características
  • Poder político centralizado.
  • Forças armadas permanentes.
  • Aparelho administrativo organizado.
  • Burocracia civil e militar.
A monarquia francesa
  • Dinastia Capetíngia: os reis desta dinastia consolidaram a monarquia francesa.
  • Filipe Augusto, Luís IX e Filipe IV (o Belo) conseguiram centralizar o poder e fortaleceram a autoridade monárquica.
  • Guerra dos Cem Anos (permitiu a consolidação da monarquia francesa).

A Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453)
  • Fator político: disputa entre o nobre francês Filipe de Valois e o rei da Inglaterra Eduardo III.
  • Fator econômico: disputa pelo controle de Flandres, região cobiçada por ingleses e franceses.
  • Duas fases (travada inteiramente em solo francês): a primeira vencida pelos ingleses e a segunda pelos franceses.
  • Joana d’Arc:símbolo do nacionalismo e do patriotismo francês até hoje.

A monarquia inglesa
  • Dinastia Plantageneta: a luta entre rei e barões feudais acabou debilitando o poder real na Inglaterra.
  • Reis da Dinastia: Henrique II – Ricardo Coração de Leão – João Sem-Terra – Henrique III.
  • Ricardo Coração de Leão: lutou nas Cruzadas e guerreou em solo francês com sua ausência os nobres ingleses fortaleceram seus poderes e debilitaram a centralização monárquica.
  • João Sem-Terra: foi obrigado a jurar uma Magna Carta (esse documento estabelecia diversos limites ao poder da monarquia inglesa).
  • Henrique III: origem do Parlamento inglês e divisão em duas câmaras (Câmara Alta ou Câmara dos Lordes – Câmara Baixa ou Câmara dos Comuns).

Os “sem-terra” da Inglaterra
  • Uma parte da antiga nobreza feudal inglesa foi dizimada ou arruinada economicamente com a derrota na Guerra dos Cem Anos.
  • Outra parcela da população continuou utilizando as terras em conformidade com o sistema feudal.
  • Alguns nobres abandonaram a agricultura e passaram a explorar a terra de outra forma.
  • “Cercamentos”.

A Guerra das Duas Rosas
  • Guerra civil entre duas famílias nobres que disputavam o trono inglês: os Lancaster e os York.
  • O nome do conflito derivou do fato de que o símbolo dos Lancaster era uma rosa vermelha, enquanto o da família York consistia em uma rosa branca.
  • Dinastia Tudor: durante a dinastia o parlamento perdeu grande parte de seu poder, assumindo um papel meramente formal e simbólico.
  • Principal consequência: fortalecimento do poder real e a consolidação política da monarquia inglesa.

Na Península Ibérica
  • Guerra da Reconquista: formação das monarquias espanhola e portuguesa.
A monarquia espanhola
  • Reis católicos.
  • Cristãos-novos.
A monarquia portuguesa
  • Dinastia de Borgonha.
  • As necessidades da guerra favoreceram a centralização monárquica e a centralização do comando político e militar na figura do rei. Sendo assim ocorreu uma disputa entre o interior (economia agrária) e o litoral (comércio e artesanato).
A dinastia de Avis patrocina os navegadores
  • Revolução de Avis: vitória dos defensores do Mestre de Avis na batalha de Aljubarrota, expulsaram os castelhanos e asseguraram a autonomia de Portugal e culminou com a coroação de Dom João.
  • Os reis da Dinastia de Avis financiados pela burguesia comercial se lançam “por mares nunca dantes navegados” (Camões), isto é, pelo Oceano Atlântico começa assim a Era das Grandes Navegações.

O Sacro Império e a Península Itálica
  • Sacro Império (Alemanha): permaneceu dividido por causa das guerras religiosas travadas entre católicos e protestantes durante e Reforma e Contra-Reforma.
  • Península Itálica (Itália): foi assolada por uma crise econômica sem precedentes e continuou dividida em diversas repúblicas e principados, permanentemente em guerra uns contra os outros.
De volta ao presente
  • União Européia: livre-circulação de pessoas, ideias, bens, serviços e mercadorias. Condição de participação – ter a democracia como forma de governo bem como o respeito aos direitos humanos de seus cidadãos.
  • 12 países adotaram o euro como moeda-padrão.
  • França – Portugal – Alemanha – Itália: Repúblicas parlamentaristas (presidente como chefe de Estado e um primeiro-ministro como chefe de governo).
  • Inglaterra (Reino Unido) – Espanha: Monarquias parlamentaristas (“o rei reina mas não governa” a política e a administração estão a cargo de um primeiro-ministro)
Observações:
1ª) Não esquecer de realizar a leitura do Capítulo 03.
2ª) Países que compõe o Reino Unido: Inglaterra – Escócia – País de Gales – Irlanda do Norte

SSBR - 6º Ano - HISTÓRIA - MACE

Capítulo 04 – A Mesopotâmia – SSBR
O Iraque é muito rico em petróleo: tem a segunda maior reserva do mundo. É também, rico em água, o que, na região onde está localizado, é muito raro.
Mesopotâmia = “terra entre rios”.
Muitos povos, em épocas diferentes, habitaram a região. Eles deixaram técnicas e conhecimento a outras sociedades e a outros povos. Vários elementos de nossa cultura foram herança deles,
O Crescente Fértil
  • Arco de terras cultiváveis cercadas por desertos que incluía toda a região entre os rios Tigres e Eufrates, Orontes, Jordão e Nilo;
  • Hoje: Iraque – Egito – Israel – Jordânia – Líbano – Turquia – Síria
Mesopotâmia
  • Duas regiões de grandes contrastes: a Assíria (Norte) e a Caldéia (Sul)
Os Sumérios (3500 a.C – 2000 a.C)
  • Cidades com organização social própria e um governos independente;
  • Principais cidades: Ur – Uruk – Nipur – Lagash;
  • Patesi = governante (“vigário de deus”);
  • Lançaram as bases da cultura mesopotâmica;
  • Desenvolveram técnicas de irrigação, como canais, diques, represas e cisternas;
  • Criadores da ESCRITA CUNEIFORME (em forma de cunha);
  • Criadores do calendário de 12 meses; a divisão do dia em 24 horas, da hora em 60 minutos e do minuto em 60 segundos;
  • Ano de 2350 a.C: dominados pelos Acádios;
  • Zigurates: monumento religioso;
  • Ano de 2000 a.C: conquistados pelos Amoritas;
Os Amoritas (2000 a.C – 1600 a.C)
  • Babilônia (cidade fundanda às margens do Rio Eufrates);
  • Amoritas = “Antigos Babilônicos”;
  • Primeiro Império Babilônico: reinado de Hamurabi;
  • Rei Hamurabi = responsável pelo primeiro código de leis escrito da história do mundo antigo;
  • Lei de Talião = “Olho por olho, dente por dente”;
  • Invasores: Hititas e Assírios;

Os Assírios (1300 a.C – 600 a.C)
  • Militaristas conquistaram a Mesopotâmia e depois estenderam seu império para Anatólia, Fenícia, Israel e Egito;
  • SAQUEADORES – SEQUESTRADORES – SUPLÍCIOS;
  • Invasor: Caldeus;
Os Caldeus (600 a.C – 539 a.C)
  • Nabopalasar = fundador do Império Caldeu;
  • Caldeus = neobabilônicos;
  • Nabucodonosor: dominou quase todas as terras do Crescente Fértil;
  • Conquistou o reino de Judá, destruiu o Templo de Jerusalém e levou os hebreus como escravos para a Babilônia;
  • Invasor: Persas;
Aspectos da vida cotidiana
  • Um contraste entre a vida urbana e vida rural;
A Economia e organização social da Mesopotâmia
  • Economia agrária baseada num sistema de drenagem e irrigação;
  • Rico entreposto comercial do Oriente antigo;
  • Grupos sociais privilegiados: sacerdotes – nobres – militares – comerciantes;
  • Maioria da população: artesãos – camponeses – escravos;
  • Governo Teocrático;
Astronomia e Astrologia
  • Astronomia era praticada pelos sacerdotes que utilizavam as torres dos templos como observatórios astronômicos. Previam eclipses como também observavam a movimentação dos astros;
  • Astrologia praticada pelos caldeus com a possibilidade de prever o futuro e traçar o destino das pessoas com base no estudo do movimento dos corpos celestes. Identificaram os 12 signos do zodíaco na abóbada do céu;
Resumindo
  • 539 a.C até o final da Idade Média domínio de gregos, romanos e árabes;
  • Século XVI até a Primeira Guerra Mundial domínio dos turcos otomanos;
  • 1919 a 1939: Iraque um país criado e controlado pela Grã-Bretanha;
  • 1932: governo monárquico;
  • 1958: após um golpe militar ocorreu a implantação de uma república;
  • 1979: Guerra do Irã x Iraque;
  • 1990: Guerra Iraque x Kuwait;
  • Março de 2003: invasão americana;
Observação: Não esquecer de realizar a leitura do Capítulo 04

quarta-feira, 18 de março de 2009

Atenção!!! Alunos dos Sétimos Anos da Escola Franciscana Imaculada Conceição

As notas de Ensino Religioso estarão divididas em três frentes:
8,0 pontos em Atividades
1,0 ponto na Abertura do Caderno
1,0 ponto em Formativa

Valeussss...

Atenção!!! Alunos dos Oitavos Anos da Escola Imaculada Franciscana Conceição

As notas de Ensino Religioso estarão divididas em duas frentes:
9,0 pontos em Atividades
1,0 ponto em Formativa

Valeussss...

terça-feira, 17 de março de 2009


ETERNIDADE

O que eu tenho não me pertence embora faça parte de mim.
Tudo o que sou me foi um dia emprestado pelo Criador, para que eu possa dividir com aqueles que entram em minha vida.
Ninguém cruza nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém sem nenhuma razão.
Há muito o que dar e o que receber, há muito o que aprender com experiências boas ou negativas.
É isso... tente ver as coisas negativas que acontecem com você como algo que aconteceu por uma razão precisa.
E não se lamente pelo ocorrido, além de não servir de nada reclamar isso lhe vai lhe vendar os olhos para continuar o seu caminho.
Quando não conseguimos tirar da cabeça que alguém nos feriu, estamos somente reavivando a ferida, tornando-a muitas vezes bem maior do que no início.
Nem sempre as pessoas nos ferem voluntariamente. Muitas vezes somos nós que nos sentimos feridos e a pessoa nem mesmo percebeu; e nos sentimos decepcionados porque aquela pessoa não correspondeu as nossas expectativas.
Às nossas expectativas!!!
E sabemos lá quais eram suas expectativas?
Nós tanto nos decepcionamos quanto decepcionamos os outros.
Mas, claro, é bem mais fácil pensar nas coisas que nos atingem.
Quando alguém lhe disser que o magoou sem intenção, acredite nela!
Vai lhe fazer bem, assim, talvez ela poderá entender quando você, sinceramente, disser que “foi sem querer”.
Dê de você mesmo o quanto puder!
Sabe, quando você se for, a única coisa que vai deixar é a lembrança do que fez aqui.
Seja bom, tente dar sempre o primeiro passo, nunca negue uma ajuda ao seu alcance, perdoe e dê de você mesmo.
Seja uma benção!!!
Deus não vem em pessoa para abençoar
Ele usa os que estão aqui dispostos a cumprir esta missão.
Todos nós podemos ser anjos.
A eternidade está nas mãos de todos nós.
Viva de maneira que quando você for, muito de você ainda fique naqueles que tiveram a boa ventura de encontrá-lo!!!

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
(Fernando Pessoa)














A PAZ E A JUSTIÇA: CAMINHO POSSÍVEL?

ENSINO RELIGIOSO - EIC


POIS É GENTE! JÁ VIMOS VÁRIOS ASPECTOS DA VIDA SEGURA DOS CONFLITOS E DA VIOLÊNCIA.
SERÁ QUE PARA CHEGARMOS A UMA VIDA SEGURA PRECISAMOS ESCOLHER O CAMINHO DA JUSTIÇA.
SERÁ POSSÍVEL COLOCAR A JUSTIÇA NO CENTRO DAS RELAÇÕES HUMANAS?
ACHO DIFÍCIL, EM UM MUNDO TÃO INDIVIDUALISTA E EXCLUDENTE COMO O NOSSO!
AS DIFICULDADES, PORÉM, NÃO DEVERIAM NOS IMOBILIZAR.
PELO CONTRÁRIO. PODEM SER UM ESTÍMULO PARA IR À LUTA!
VAMOS BUSCAR CAMINHOS DE JUSTIÇA E DE PAZ, PARA NÓS E PARA OS OUTROS.
EU TAMBÉM PENSO QUE ISSO SERIA UMA BOA FORMA PARA VIVER O TEMA E O LEMA DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE DESTE ANO.

PARA PENSAR
A paz deve ser construída, ela não é uma negação.
A paz não é negação ou ausência. Paz é proposta de valores que ilumina e orienta nossa ação na luta pela vida, em todas as suas dimensões e no empenho pela transformação social. A paz não se conquista pela fuga, mas, pela superação dos problemas e de suas causas. Um dos caminhos encontrados para se chegar à paz foi a Justiça de Paz, uma das mais antigas instituições da vida judiciária brasileira. Foi instituída, formalmente, 324 anos, após o “descobrimento” do Brasil.
Ao lado dos Juízes de Direito havia os Juízes de Paz, eleitos com os vereadores municipais, e aos quais se atribuía, “por todos os meios pacíficos que estivessem ao seu alcance”, uma função conciliatória, com as partes, antes de demanda, como preliminar obrigatória para o ingresso no Juízo contencioso.
Regulamentada, aos 15 de outubro de 1827, a lei foi inserta na Constituição do Império com o mérito de preservar os princípios liberais em contraposição ao autoritarismo estatal. Ao lado desse princípio, existia uma inegável preocupação com a convivência de se propiciar às partes desavindas a possibilidade de composição que deveria anteceder o procedimento judicial.
Por isso, a Carta de 1824 determinava em seu artigo 161: “Sem se fazer constar que se tem intentado o meio de reconciliação, não se começará processo algum”.
E em seu art.162, a Constituição estabelecia que: “Para esse fim haverá Juízes de Paz, os quais serão eleitos pelo mesmo tempo e maneira por que se elegem os vereadores das Câmaras. Suas atribuições e distritos serão regulados por lei”.
Assim, ao lado da preservação dos princípios liberais e do autoritarismo estatal, surgia o princípio da conciliação, primeiro passo para vigorar, em toda a sua plenitude, a Justiça e Paz, cuja denominação, por si só, deixa bem explícita a importância de sua finalidade: distribuir a paz, a união, a harmonia e a concórdia entre os cidadãos e, por meio da reconciliação (ou conciliação), evitar que as partes em litígio recorram ao procedimento judicial tão lento e repleto de formalismos, em suas diversas fases.
(Texto extraído do livro “O Juiz de Paz, do Império aos nossos dias” de Rosa Maria Vieira)